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he·pi·ne

Capítulo 1 · 2015–2017

Juiz de Fora e o técnico

Eu gostava de entender máquina por dentro, e o IF Sudeste MG era a melhor oportunidade de Juiz de Fora. Fiz o técnico em eletromecânica: motor, comando, elétrica, mecânica. Foi o meu primeiro contato com sistema de verdade.

01 / 07Eletromecânica no IF Sudeste MG: motor, comando, elétrica. Cena desenhada no navegador.

Capítulo 2 · 2017–2018

Chão de fábrica

No estágio na Hidraumática, cuidando da manutenção de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, aprendi três coisas que uso até hoje: diagnosticar antes de mexer, resolver sob a pressão de uma máquina parada, e trabalhar com disciplina e segurança. Aprendi também que o meu caminho era outro.

02 / 07Hidráulica e pneumática no estágio da Hidraumática. Cena desenhada no navegador.

Capítulo 3 · 2018–2020

A virada

Entrei em Engenharia Mecatrônica, mas o que me prendia era o software. Na Fonte Jr., a empresa júnior, projetei um sistema de gestão e gerenciei projetos de sites. Eu gostava mais de software, e o mercado de software abria mais porta. Em 2020 troquei a mecatrônica por Sistemas de Informação. Foi o ano mais difícil: no meio da pandemia, a renda de casa sumiu. Fui trabalhar no atendimento da AlmavivA e, no tempo que sobrava, fiz os bootcamps de programação. Em novembro passei no desafio técnico da Voitto.

03 / 07Da mecatrônica ao software: a virada. Cena desenhada no navegador.

Capítulo 4 · 2020–2026

Voitto: de estagiário a líder

Entrei como estagiário em novembro de 2020. Em cinco anos e meio fui júnior, pleno e especialista sênior: levei a plataforma para 8 idiomas, integrei pagamentos, cuidei da AWS e do SEO técnico e implantei o SGSI com base na ISO 27001. Virei líder quando assumi o time de desenvolvimento. Gravei aulas, passei a aplicar o desafio de estágio aos novos e, em 2025, assumi também vendas e a TI toda. Saí em abril de 2026: o ciclo tinha se fechado, havia um desafio novo, e eu queria construir com IA.

Retrato profissional de Henrico na Voitto, de braços cruzados
Câmera gravando Henrico em uma aula do MBA da Voitto
04 / 07Na Voitto: de estagiário a líder do time de desenvolvimento. Nos bastidores, a gravação das aulas do MBA em Engenharia Fullstack.

Capítulo 5 · 2023 →

Construir o que é meu

Em 2023 criei o CodeCrush, escrevi 86 artigos técnicos e registrei a marca. Vieram outras tentativas: o WhereToday, a primeira versão do Cumpre, o OfferteAI. Produto próprio, para mim, é testar ideia sem pedir permissão. Cada um é também um laboratório e uma prova do que eu sei fazer.

Tela do CodeCrush, portal para desenvolvedores criado por Henrico
05 / 07CodeCrush, o primeiro produto próprio: artigos, ferramentas e um radar de IA.

Capítulo 6 · 2025 →

IA aplicada

Com a IA, passei a fazer sozinho o que antes pedia um time, e a aprender muito mais rápido. O gargalo deixou de ser o código e virou a ideia. Hoje sou sócio, engenheiro de IA e tech lead na Solabs, lidero o AI Lab da Núcleo de Performance e sou líder técnico da Starhash, que foi ao ar em julho e fez a primeira cobrança real em agosto. Sozinho, coloquei no ar o Cumpre e o Realidade Brasil, este em seis dias.

Tela do Realidade Brasil, quiz de propostas eleitorais
06 / 07Realidade Brasil, no ar em seis dias, feito sozinho com IA.

Capítulo 7 · 2026

Agora

Da manutenção hidráulica ao LLM em produção, o fio é o mesmo: entender o sistema, fazer funcionar de verdade e liderar sem largar a mão na massa. Se você chegou até aqui e quer construir algo junto, ou só conversar, me chame.

Retrato atual de Henrico Piubello Neves
07 / 07Hoje: sócio, engenheiro de IA e tech lead.