Pular para o conteúdo
he·pi·ne

← Todos os projetosEmpresas

ativo Solabs

Solabs

Uma plataforma em dois tempos: o SaaS de CRM na AWS, desligado em julho de 2026 com o roteiro para religar, e o SolabsForce, que o sucedeu sobre base aberta, com agentes de IA por cliente.

Meu papel
Sócio · Engenheiro de IA e Tech Lead
Organização
Solabs
Período
out/2025 → hoje

Resultados em números

~300
commits meus no CRM próprio (front + back)
177
rotas na API daquela primeira versão
~1 h
para religar o que foi desligado, pelo roteiro
540
commits do upstream mesclados no sucessor (4.14 → 4.17)

O problema

A primeira versão era um CRM inteiro escrito do zero: cada tela, cada rota e cada integração custavam tempo de gente que a empresa precisava gastar vendendo. O produto crescia devagar e a conta da AWS corria rápido.

O que eu fiz

Construí a primeira versão — React e FastAPI sobre EKS, com infraestrutura em Terraform e autenticação no Keycloak — e depois conduzi a troca de rumo. O sucessor não partiu do zero: nasceu sobre uma base madura de código aberto, e o que era nosso virou a camada de IA por cima dela. A versão antiga foi desligada com backups e um roteiro de religada, em vez de simplesmente apagada.

Como funciona

  1. 01Atende

    todos os canais numa caixa só, sobre base de código aberto

  2. 02Responde

    pergunta em português com número, gráfico e a consulta SQL à vista

  3. 03Barra

    a consulta na guarda de SQL e roda em transação só-leitura

  4. 04Aprende

    por cliente, com base de conhecimento e busca por similaridade

  5. 05Prospecta

    com um SDR agêntico em OpenClaw, no lugar da IA nativa

Decisões que importam

  1. Suceder, não reescrever.

    Manter um CRM inteiro de pé é trabalho que não diferencia ninguém. Sobre uma base aberta e madura, o time passou a gastar tempo só no que é nosso: a camada de IA.

  2. Desligar com volta garantida.

    Documentei o que foi desligado, onde ficaram os backups e o passo a passo para religar tudo. Desligar sem isso é apagar.

  3. Ligado no banco de verdade.

    Na primeira versão os indicadores eram constantes no código. No sucessor, cada número vem de uma consulta à conta do cliente.

  4. O banco diz não.

    O Sol Insights passa por uma guarda de SQL e roda numa transação só-leitura. Se a guarda deixar passar algo, o Postgres recusa.

  5. Catálogo da plataforma, runtime da conta.

    Monto o agente uma vez e concedo a vários clientes; cada um recebe uma instância própria, com dados que nunca se misturam.

  6. Upstream em dia.

    Mesclei 540 commits do upstream (4.14.0 → 4.17.1) e validei rodando de verdade: schema, lock e specs. Base aberta só compensa se acompanhar o projeto de origem.

Tecnologias utilizadas

  • Rails 7.2
  • Vue 3
  • PostgreSQL
  • pgvector
  • n8n
  • OpenClaw
  • React
  • Vite
  • FastAPI
  • EKS
  • Terraform
  • Keycloak